Primeira pergunta do G sobre a nova televisão que ganhámos:
- "Quantos canais é que essa tem?"
...tudo é visto de maneira diferente! A magia é real, a realidade é magia. Tudo é novidade e se descobre com entusiasmo.
Sunday, January 3, 2010
Tuesday, December 22, 2009
Inexistência do Pai Natal
"O Pai Natal não existe. Alguns da nossa família não vêm ao Natal porque estão mascarados de Pai Natal. Depois vêm, dão-nos roupa e depois vão."
By miúdo de 11 anos num campo de férias de Natal
By miúdo de 11 anos num campo de férias de Natal
Thursday, December 17, 2009
Sunday, December 6, 2009
Namoros...
Conversávamos sobre a Popota e eu referi o facto de ela poder namorar com o Moto Moto (o hipopótamo do Madagáscar 2) visto que a Glória, a hipopótama, decidiu namorar com a girafa. Diz a D:
- "A Glória acha que é namorada de uma girafa! Uma girafa é uma menina!!!"
E nós a pensar que o problema era serem de espécies diferentes.
- "A Glória acha que é namorada de uma girafa! Uma girafa é uma menina!!!"
E nós a pensar que o problema era serem de espécies diferentes.
Friday, November 27, 2009
À porta do infantário...
...estava uma criança com um capacete na mota e o pai a preparar-se para sair.
D - "Ó mãe, olha uma «quiança» numa mota."
Mamã - "Pois é."
D - "Deve ser a Catarina, a cara do pai é mesmo igual!"
D - "Ó mãe, olha uma «quiança» numa mota."
Mamã - "Pois é."
D - "Deve ser a Catarina, a cara do pai é mesmo igual!"
Wednesday, November 25, 2009
Ir para a escola
O meu sobrinho G foi este ano para a primeira classe.
Quando chegou da escola, no primeiro dia, estava desapontado. Perguntaram-lhe porquê:
- "Ainda não consigo ler!"
No segundo dia, chegou de novo chateado. E agora?
- "A professora ainda não me deu um magalhães!"
Quando chegou da escola, no primeiro dia, estava desapontado. Perguntaram-lhe porquê:
- "Ainda não consigo ler!"
No segundo dia, chegou de novo chateado. E agora?
- "A professora ainda não me deu um magalhães!"
Saturday, November 21, 2009
Conversas tontas
Às vezes, começam os dois com as conversas mais parvas, onde quaisquer regras da língua, da lógica ou da coerência não se aplicam. Nestes momentos só falar importa, até que algo os faça voltar à Terra. Hoje numa dessas conversas, falavam de matar. A D voltou à Terra desta forma:
- "Nós sabemos matar. Só que sabes... Eu não sei matar tão bem."
- "Nós sabemos matar. Só que sabes... Eu não sei matar tão bem."
Wednesday, November 11, 2009
Tuesday, November 3, 2009
Estereótipos de género
Na rua, pelo passeio, diz uma mãe a uma filha:
- "Ó amor, mas eu sou crescida e não tenho as unhas pintadas de vermelho!"
- "Ó amor, mas eu sou crescida e não tenho as unhas pintadas de vermelho!"
Pouco previsíveis
No início de Setembro, o G e a D decidiram ter cães imaginários.
O G arranjou um cão chamado Rolly com uma trela "daquelas que esticam e depois carregamos num botãozinho para ela parar."
A D tem uma cadela cor-de-rosa chamada Branca de Neve. (!!)
Ontem a ver a história do Capuchinho Vermelho, o narrador dizia: "Era uma vez uma menina que usava sempre um casaquinho vermelho e lhe chamavam Capuchinho Vermelho." Diz a D:
- "Claro! Haviam de lhe chamar Capuchinho Verde?"
O G arranjou um cão chamado Rolly com uma trela "daquelas que esticam e depois carregamos num botãozinho para ela parar."
A D tem uma cadela cor-de-rosa chamada Branca de Neve. (!!)
Ontem a ver a história do Capuchinho Vermelho, o narrador dizia: "Era uma vez uma menina que usava sempre um casaquinho vermelho e lhe chamavam Capuchinho Vermelho." Diz a D:
- "Claro! Haviam de lhe chamar Capuchinho Verde?"
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