O papá ajudou a turma do G a fazer um livro de turma. Ficou o máximo!
Os putos agradeceram-lhe publicamente e ofereceram-lhe um poster em que cada um escreveu um agradecimento e desenharam para ele. Ele decidiu:
- "Está mesmo bonito. Vou comprar uma moldura."
E a D completa:
- "Para depois moldares isso."
...tudo é visto de maneira diferente! A magia é real, a realidade é magia. Tudo é novidade e se descobre com entusiasmo.
Wednesday, June 8, 2011
Saturday, May 28, 2011
Barbeiro
Depois da história do Macaco do rabo cortado, a D contou esta:
- "Sabes, pai? O I foi ao barbeiro. Como ele não tem barba, o barbeiro cortou-lhe o cabelo!!"
Desconfiamos que ela acredita que o barbeiro é um cortador incontrolado...
- "Sabes, pai? O I foi ao barbeiro. Como ele não tem barba, o barbeiro cortou-lhe o cabelo!!"
Desconfiamos que ela acredita que o barbeiro é um cortador incontrolado...
Friday, May 20, 2011
Morfologia das palavras
A D anda empenhada em poupar moedas no seu porquinho para comprar uma Barbie.
Hoje encontrou uma moedinha no parque.
- Mamã, encontrei uma moeda.
- Guarda para pores no teu porquinho.
- Porquinho?
- Sim, o teu leitão - disse eu a brincar. - E ela a pensar alto:
- Leitão?... Não tem nada a ver com leite...
Hoje encontrou uma moedinha no parque.
- Mamã, encontrei uma moeda.
- Guarda para pores no teu porquinho.
- Porquinho?
- Sim, o teu leitão - disse eu a brincar. - E ela a pensar alto:
- Leitão?... Não tem nada a ver com leite...
Saturday, April 23, 2011
Nada é impossível
Disse aos putos que queria pintar o cabelo. Perguntaram-me de que cor. Não resisti a uma brincadeira:
- "Acho que vou pintar de cinzento. Ou de azul."
Diz a D, mais a pensar alto do que a responder-me:
- "De cinzento ficas uma avó... De azul pode ser."
- "Acho que vou pintar de cinzento. Ou de azul."
Diz a D, mais a pensar alto do que a responder-me:
- "De cinzento ficas uma avó... De azul pode ser."
Visitas
Estávamos a combinar que sítios em Lisboa podíamos visitar. Falei-lhes do Convento do Carmo:
- "É giro. É um convento sem telhado."
Diz o G:
- "Ah... (pausa) Podemos ir no verão? É que eu prefiro."
- "É giro. É um convento sem telhado."
Diz o G:
- "Ah... (pausa) Podemos ir no verão? É que eu prefiro."
Monday, April 18, 2011
Inocentes II
Depois do banho, embrulhei a D numa toalha e disse-lhe:
- "Assim na cabecinha, até pareces uma freira."
- "Nem sei o que é uma freira." - disse-me. Não sabia bem como explicar e saiu-me isto:
- "É uma senhora que reza muito e não tem filhos."
- "Se calhar, não tirou o quadradinho, mãe." - explicou ela referindo-se ao adesivo anticoncepcional. E ainda acrescentou:
- "Pode pensar que é só para os dói-dóis."
- "Assim na cabecinha, até pareces uma freira."
- "Nem sei o que é uma freira." - disse-me. Não sabia bem como explicar e saiu-me isto:
- "É uma senhora que reza muito e não tem filhos."
- "Se calhar, não tirou o quadradinho, mãe." - explicou ela referindo-se ao adesivo anticoncepcional. E ainda acrescentou:
- "Pode pensar que é só para os dói-dóis."
Sunday, April 17, 2011
Imaginário...
No carro, D brincava com um telemóvel.
- "G, qual é o número do Sr. Urso?"
- "134."
- "1... 3... 4..."
- "Ai, não! Esse é o da Sr.ª Zebra. O do Sr. Urso é 124."
- "G, qual é o número do Sr. Urso?"
- "134."
- "1... 3... 4..."
- "Ai, não! Esse é o da Sr.ª Zebra. O do Sr. Urso é 124."
Wednesday, April 13, 2011
T.P.C.
- "Mãe, sabes uma palavra com 'vr'?
- "Vredade, não conheces?"
- "Vá lá, mãe."
- "Vrum, vrum é um carro. Vrum."
- "Boa, mãe. É com N ou com M?"
Acabámos por encontrar «livre». Acabei de reparar que «palavra» também é.
- "Vredade, não conheces?"
- "Vá lá, mãe."
- "Vrum, vrum é um carro. Vrum."
- "Boa, mãe. É com N ou com M?"
Acabámos por encontrar «livre». Acabei de reparar que «palavra» também é.
Sunday, April 10, 2011
Monday, April 4, 2011
Ir ao cabeleireiro
O puto precisava de cortar o cabelo e estávamos a preparar-nos para ir até ao centro comercial. Ele tinha dois pares de ténis novos e perguntou:
- Vamos ao cabeleireiro? Já sei que ténis vou levar.
Diz a D:
- Para quê? Não é para fazer nada com os pés.
- Vamos ao cabeleireiro? Já sei que ténis vou levar.
Diz a D:
- Para quê? Não é para fazer nada com os pés.
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